Heróis da Liga da Justiça terão uniformes e codinomes em Smallville

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  • Foi enviado em Novembro 29th, 2006

 

“Justice”, o décimo-primeiro episódio da sexta temporada de Smallville, promete ser um dos mais interessantes da história do programa.

Todo mundo já sabe que a Liga da Justiça fará sua estréia nesse episódio, com Clark Kent (Tom Welling), Ciborgue (Lee Thompson Young), Aquaman (Alan Ritchson), Flash (Kyle Gallner) e Arqueiro-Verde (Justin Hartley) trabalhando juntos. Mas rumores indicam que os produtores darão um passo além na história, colocando os defensores da justiça utilizando codinomes e uniformes muito parecidos com os dos super-heróis dos quadrinhos!

Além disso, em seu blog, o escritor e roteirista Steve DeKnight, que cuida de “Justice”, disse que o nome “Flash” não poderá ser utilizado no programa por orientação da DC Comics (provavelmente devido ao filme do velocista que está sendo desenvolvido). Mas Bart Allen deve ser chamado como nas HQs, “Impulso”.

A grande dúvida é se Clark Kent terá ou não o codinome “Super-Homem”… as chances são razoáveis, já que “Superboy” está totalmente fora de questão devido ao processo que a família de Jerry Siegel move contra a DC e Warner, mas sempre existe a chance dele usar um nome diferente, como “Homem de Aço” ou uma referência parecida. Outra enorme expectativa é se o herói vestirá algum tipo de uniforme.

Ajax, o Caçador de Marte, porém, não deve aparecer para integrar o supergrupo. Pelo menos não por enquanto. Ele deve ser recrutado apenas mais tarde na série.

“Justice” será exibido nos Estados Unidos em 18 de janeiro.

A sexta temporada já começou no Warner Channel brasileiro. Já o DVD do ano 5 saiu semana passada por aqui.
 
Fonte: Omelete

Com sina de vilão, Jason Isaacs fala de sua nova série

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  • Foi enviado em Novembro 29th, 2006

 

O ator Jason Isaacs, o Lucius Malfoy da série Harry Potter, concedeu uma entrevista ao jornal britânico The Observer na qual comentou sua carreira de homem mau no cinema e na TV. Ele já atormentou Mel Gibson em O Patriota, foi o Capitão Gancho em Peter Pan e atualmente acumula o papel de um criminoso em Brotherhood, série exibida aqui pelo canal FX.

Atualmente, Isaacs mostra suas garras em Scars, série do Channel 4 britânico na qual ele interpreta Chris, pai de família que se sente compelido a confessar uma vida prévia de crimes. Segundo o ator, o texto é composto totalmente por palavras ditas por um criminoso real, com cortes efetuados por advogados para que as vítimas ou os colegas do narrador não sejam capazes de reconhecê-lo.

Isaacs chegou a ser aconselhado por sua esposa a não aceitar o papel, mas disse que um ator de verdade jamais deixaria passar um trabalho como esse. Desde o início da produção, no entanto, ele diz que imagina esse tipo de violência em cada esquina de Londres, a ponto de pensar em juntar a família e mudar-se para o interior. Ao contrário de outros artistas que procuram saber mais sobre a história real que interpretam, Isaacs, sabiamente, diz que não quer saber quem é na verdade o criminoso oculto por trás do nome Chris.

Durante a entrevista, o ator também falou de seu trabalho em Harry Potter e a Ordem da Fênix, em que volta a usar, em sua palavras, sua “peruca de Paris Hilton”. Ele descreveu o trabalho como cinco semanas divertidas ao lado de Gary Oldman, Maggie Smith e Michael Gambon.
Fonte: Omelete

ABC cancela série The Nine

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  • Foi enviado em Novembro 29th, 2006

 

A boa aceitação pela crítica não conta. Foram os baixos índices de audiência que fizeram a ABC cancelar a série novata The Nine.

A rede não esperou o fim da primeira temporada. Arrancou o drama da grade e em seu lugar coloca amanhã uma edição especial do programa de entrevistas 20/20. A série Primetime ocupará a vaga das 22 horas às quartas-feiras a partir da semana que vem.

The Nine não tem do que reclamar - o lugar que ocupou na programação, imediatamente após a exibição de Lost, lhe garantia um número expressivo de espectadores. Será que a audiência não aguenta mistérios em dose dupla? O fato é que a média de 17,7 milhões de espectadores de Lost se transformaram em 8,6 milhões na hora da transmissão de The Nine. Com o hiato na temporada de Lost, os números caíram de vez.

A ABC diz que The Nine retorna em algum momento da temporada, mas não especificou quando. Com isso, vai parar no limbo onde já se encontra outra novata de 2006, Six Degrees.

Exibida pelo Warner Channel brasileiro, The Nine mostra o relacionamento que surge entre os nove reféns de um assalto a banco. As 52 horas do assalto são (seriam) mostradas ao longo do seriado, revelando pouco a pouco o que de fato ocorreu dentro do banco.
 

Fonte: Omelete

Preacher vai virar série de TV da HBO

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  • Foi enviado em Novembro 29th, 2006

 

A HBO anunciou oficialmente o desenvolvimento de uma série, com episódios de uma hora, adaptando para as telinhas o gibi Preacher, da série de quadrinhos adultos Vertigo, da DC Comics. A informação é do Hollywood Reporter.

O diretor Mark Steven Johnson (dos filmes do “Demolidor” e do vindouro “Motoqueiro Fantasma”) está escrevendo o piloto, enquanto Howard Deutch (”Meu Vizinho Mafioso 2″, “Acertando as Contas com Papai”, “Virando o Jogo” e do clássico adolescente “A Garota de Rosa Shocking”) está quase acertado para dirigir. Ambos serão produtores executivos, ao lado de Michael De Luca, George Agusto, Chris Bender e JC Spink. O roteirista Garth Ennis e o desenhista Steve Dillon, criadores do personagem original, serão co-produtores da série.

“Preacher”, que durou de 1995 a 2000, conta a história de Jesse Custer, um pastor do Texas que acaba sendo possuído por uma entidade sobrenatural, oriunda da relação entre um anjo e um demônio. Com imensos poderes em mãos, Custer inicia uma cruzada pela América ao lado de uma velha namorada e um vampiro irlandês beberrão. Seu objetivo? Encontrar Deus, que teria abandonado seus deveres no céu.

Nos últimos anos, diversas tentativas foram feitas para levar esta história em quadrinhos às telonas e/ou telinhas - sendo a mais famosa aquela a ser produzida pela View Askew, de Kevin Smith, com o ator James Marsden (o Ciclope de “X-Men”) ligado à produção, possivelmente para o papel principal. 
Fonte: A Arca

Seriado Betty, A Feia faz cada vez mais sucesso nos EUA

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  • Foi enviado em Novembro 7th, 2006

 

O seriado americano Ugly Betty (Betty a Feia), protagonizado por America Ferrera e co-produzido por Salma Hayek, está fazendo cada vez mais sucesso nos EUA.

America é Betty, uma latina bem-humorada e feia, que tenta fazer carreira no mundo superficial de uma revista de moda.

O show é baseado na novela colombiana, já exibida no Brasil.

Nesta versão em língua inglesa, a estória se passa em Nova Iorque, que é quase um ‘personagem’ na série.

Betty vive com seu pai viúvo e uma irmã, que é mãe solteira, no bairro latino do Queens.

Segundo a imprensa americana, o roteiro é previsível e America Ferrera não é tão feia, mas o que chama atenção para a série é o fato de ser protagonizada por uma atriz latina e ser sucesso de audiência no horário nobre da rede ABC.

Na semana passada, America Ferrera e o elenco do seriado posaram para fotos promocionais. Todos estavam muito alegres e o entusiasmo pelo sucesso do show está presente em todas as fotos.

Fonte: O Fuxico

 

Série “Criminal Minds” ameaça a supremacia de “Lost”

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  • Foi enviado em Novembro 7th, 2006

Que urso polar, que nada. Ultimamente, a maior ameaça aos sobreviventes do acidente aéreo de “Lost” tem vindo de fora da ilha: mais precisamente, do vilarejo de Quântico, no Estado norte-americano da Virgínia. É lá onde atuam os agentes da Unidade de Análise Comportamental do FBI, protagonistas da série “Criminal Minds”, que, depois de flertar por meses com o primeiro lugar na audiência, ultrapassou pela primeira vez, na semana passada, a cada vez mais rocambolesca saga de Jack, Kate e cia.

A diferença foi pequena: 16,72 milhões de espectadores para “Criminal Minds” contra 16,12 milhões para “Lost”. Mas serviu para colocar o programa –em sua segunda temporada– no radar da crítica local.

A premissa é simples: nos escritórios da unidade especial, os policiais Jason Gideon, Derek Morgan, Jennifer Jareau e Spencer Reid tentam, sob o comando do agente Aaron Hotchner, decodificar a mente dos criminosos mais procurados dos EUA e impedir que voltem à carga. Os esforços se concentram, portanto, em prevenir delitos, e não em solucioná-los.

Saem as cenas de crimes e entram o estudo de padrões e a observação da conduta profissional e social de suspeitos. Essa inversão de perspectiva, aliada a personagens cujos perfis a audiência americana comprovadamente adora –como o nerd que não consegue reproduzir o brilho intelectual na vida afetiva e o veterano que retorna ao posto para exorcizar fantasmas do passado–, responde por boa parte do sucesso do programa. “A indústria [imprensa especializada, executivos dos estúdios e emissoras] não está assistindo, mas as massas gostam. Isso nos basta”, esnoba Matthew Gray Gubler, que interpreta Spencer (o CDF da descrição acima), em entrevista a jornalistas estrangeiros em Los Angeles. “Eu gosto de não ter tanta publicidade”, emenda Mandy Patinkin, voz e corpo de Jason Gideon.

Esquecer atrocidades

Longe dos holofotes da mídia, Patinkin acredita que o programa possa se concentrar no estímulo à discussão dos temas abordados (pedofilia, abuso sexual e uma vasta galeria de perversões), deixando para as atrações mais assistidas a tarefa de alimentar boatos de tablóides sobre rusgas entre atores e mal-estar nos bastidores.

Mas o ator se excede muito –e adentra o arenoso terreno da generalização– ao exemplificar o alcance que ele crê que o programa possa ter. “Há mais de 6 bilhões de pessoas neste mundo. Um bilhão é de fé muçulmana. Desse total, 10% são consideradas extremistas.

“Acho que uma delas, ao assistir ao episódio que gravamos, poderá decidir não se explodir pelos ares”, delira Patinkin.

Ares menos soturnos são tudo a que o elenco aspira depois de uma jornada no encalço de mentes doentias. Mas, depois de mais de 30 episódios, os atores parecem já ter aprendido a se “desligar” das atrocidades da ficção. “Para mim, é só fingimento. Finjo que é Halloween. Se você se deixa afetar, fica se sentindo mal”, diz Shemar Moore, intérprete de Derek.

“Você tem que ter um mínimo de senso de humor, buscar encarar com leveza os assuntos abordados. Ou fica igual aos criminosos que mostramos”, acrescenta A. J. Cook, que saltou de “As Virgens Suicidas”, de Sofia Coppola, para os corredores do FBI, onde atende pelo nome de Jennifer Jareau.

TV paga

No Brasil, a primeira temporada da série é exibida pelo canal AXN às terças, às 21h. A imprensa especializada americana atribui o crescimento de audiência do programa ao fato de as histórias começarem e terminarem no mesmo capítulo, recurso que facilita a conquista de espectadores que não queiram se ver obrigados a “voltar” toda semana para não perder o fio da meada.

Atrizes de “Sex And The City” voltam a negociar filme

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  • Foi enviado em Novembro 6th, 2006

As atrizes que protagonizam a famosa série “Sex And The City”, Sarah Jessica Parker, Kristin Davis, Kim Cattrall e Cynthia Nixon, voltaram a negociar uma possível versão do seriado para a telona.
Kristin Davis, Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kim Cattrall, protagonistas da famosa série
Segundo publica a revista “Glamour”, as negociações com “um grande estúdio de Hollywood” já estão em andamento. As conversas ocorrem depois que, no início deste ano, a desistência de Kim Cattrall (que interpreta a personagem Samantha Jones) cancelou a realização longa.

“Sex and the City” estreou em 1998 e teve seis temporadas. A história é baseada em uma coluna de jornal escrita pela protagonista Carrie Bradshaw (Parker). Ela relata em suas crônicas as experiências sexuais e de vida dela e de suas três amigas: Samantha (Cattrall), uma ninfomaníaca, Charlotte (Davis), uma patricinha romântica, e Miranda (Cynthia Nixon), uma advogada extremamente racional.

Baseada no livro da americana Candance Bushnell, a série se tornou cult por retratar as dificuldades de relacionamento encontradas em uma metrópole como Nova York. Sucesso de público e crítica, “Sex and the City” ganhou oito Globos de Ouro e mais 36 outros prêmios, tendo alcançado um total de 124 indicações durante os seis anos em que esteve no ar.

Fonte: Folha Online