The Simpsons – 22×17 – Love is a Many Strangled Thing

The Simpsons – 22×17 – Love is a Many Strangled Thing

Entrada – Começamos com a música do seriado Futurama e a nave Planet Express passa voando na frente dos créditos; No Outdoor – “Não aceite ovos de páscoa deste Coelho – Uma foto do Moe vestido de coelho (é um nojento mesmo); Bart escreve na lousa: “Não vou mais ridicularizar a final do jogo dos professores”; Sofá – Vemos o sofá como se fosse em monitor daqueles computadores antigos, que também lembra muito as antigas impressões, cheias de pontos e sem resolução nenhuma. Bart pega letras e escreve FATSO – Gordão, na barriga do Homer e ele manda um D´Oh.

Começamos com o Sr. Burns fazendo uma inspeção aérea da Usina Nuclear, com um balão. Uma leve brisa faz com que o balão perca o controle e Homer resolve atirar no balão para salvá-lo. Homer erra várias vezes, fazendo pássaros que voavam em “V” se transformarem em “!?”, destruindo uma faixa de “Case Comigo Pam”, fazendo com ela vire “Case Comigo Papai” e finalmente acertando um gárgula de uma igreja (que viagem, parece ser a igreja de Notre Dame) que faz com que o Sr. Burns fique à salvo.

Como recompensa, o Sr. Burns dá aos Simpsons ingressos para o jogo de futebol americano dos Atoms, naquele ginásio novo que foi construído. Aqui vemos uma continuidade nos Simpsons, pois Lisa relembra da vez que tentou impedir o ginásio de ser construído. E aí a história do episódio começa: No meio da “Fan Cam”, camêra que foca as pessoas durante o jogo, Homer faz cócegas no Bart e ele se mija nas calças de tanto rir, na frente de todo ginásio.

Marge pede para o Homer se matricular em um curso que ensina à ser um pai melhor. E daí para a frente, Homer só se ferra, pois o professor faz que ele sinta o que é ser o Bart Simpson. Todos ficam horrorizados quando Homer diz que estrangula o Bart (até o tonto do pai do Millhouse).

Mais episódio que bate em uma mesma tecla dos Simpsons, porém visto de uma maneira diferente. Achei o episódio muito bom e com muitas piadinhas ótimas espalhadas. Homer é estrangulado tantas vezs que perde um pouco a graça. O interessante é ver que Homer estrangula o Bart desde o princípio dos Simpsons e hoje em dia, 22 anos depois, as coisas mudaram um pouco e não se encosta mais a mão nos filhos para criá-los ou ensiná-los. Não que um dia o estrangulamento foi aprovado, isso é só um exagero simpsoniano.

Kareem Abdul Jabar, o antigo mestre das quadras de basquete entra em cena, vestindo a roupa do Homer, para estrangular o coitado até não poder mais. Ao som de “No More Mr. Nice Guy” vemos Homer aprender que estrangular o Bart é errado e isso vai dar uma pequena confusão lá pro final do episódio, porque Bart percebe a fraqueza do Homer e vira um demônio.

O que me fez chorar de rir foram os exemplos de briga entre pai e filho ou mãe e filha que eles pegaram. Bart como o pai do Michael Jackson e Homer como o próprio, tomando uma bronca por causa a facilidade da letra do “ABC”, do época dos Jacksons Five foi demais.

Destaques - As verrugas do Sr. Burns sendo levadas pelo vento; Ritual do Homer para poder dar um tiro de espingarda; O Zoológico de Mascotes da NFL; O Candelabro no meio do ginásio; Homer tentando começar um “Ôla”; A notícia de Kent Brockman que viaja nas calças molhadas de xixi do Bart; Homer criança estrangulando o seu pai; O professor virando a cadeira ao contrário, para mostrar a seriedade da situação; O vovô querendo filmar o primeiro derrame do Homer; Homer nos Jacksons Five; Homer como Precious, a menina que era abusada pela sua própria mãe; Homer acorda e depois de todo sonho perturbador reclama da paródia com Star Wars; Paul Rudd faz a voz do Dr. Zander!

Um Abraço,

Luiz Rodolfo

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