Mudanças em Criminal Minds
16/06/2010 por Neide Campos
Categoria: Criminal Minds, Notícias

A rede CBS resolveu mexer em time que está ganhando ao mudar o elenco de Criminal Minds. A emissora anunciou que por motivos criativos não renovou o contrato da atriz AJ Cook, a JJ, para a próxima temporada. Sua colega de elenco, Paget Brewster, também deve trabalhar em episódios reduzidos. Uma nova atriz, que ganhe menos, deve ser escalada para trabalhar com o restante do elenco masculino.
Vale lembrar que a rede americana deu o sinal verde para o spinoff da série com o ganhador do Oscar Forest Whitaker comandando o novo time.
Criminal Minds – Episódio 5×20 – PROMO
4/05/2010 por Leco
Categoria: Criminal Minds, Rapidinhas
Criminal Minds – 5×17 – A Solitary Men
11/04/2010 por Neide Campos
Categoria: Comentários de episódios, Criminal Minds
Carona? Nos dia de hoje? Sério? Fico impressionada como as pessoas colocam-se em risco. Leia mais
Criminal Minds – 5×15 – Public Enemy e 5×16 – Mosley Lane
13/03/2010 por Neide Campos
Categoria: Comentários de episódios, Criminal Minds
5×15 – Public Enemy
Um pouco antes de assistir este episódio, recebi um e-mail com informações sobre como tentar evitar assaltos. O estar sempre alerta era o conselho principal. Quando Public Enemy começou e aquelas pessoas foram assassinadas, pensei no estar sempre alerta do e-mail. No episódio, o assassino escolhe suas vítimas, a princípio aleatoriamente, e a quase morte da mulher que estava no ponto de ônibus me fez pensar como muitas vezes negligenciamos o perigo. O criminoso pode apenas estar à espera de uma oportunidade.
Ao analisarem as cenas dos crimes, o BAU chegou à conclusão que o assassino não se importava quem seria a vítima, porque o que ele buscava era a atenção que o local do crime teria. Os agentes compararam o criminoso com um incendiário, que tem como objetivo maior chamar a atenção das pessoas. Eu pensei naqueles que precisam salvar as outras e para isso cometem crimes.
Como o assassino precisa chamar a atenção, ele busca matar em lugares públicos, lugares freqüentados pelos moradores de Providence. Depois de mais um crime, o unsub precisa mudar seu modo operante – a morte do policial foi para se proteger apenas -, e dá à polícia e ao FBI o que eles precisavam para concluir o perfil e descobrir sua identidade.
Connor, o assassino, queria punir seu pai abusivo e preso pelo assassinato da própria esposa, e para isso matava pessoas em lugares representativos para ele quando convivia com o pai. Ele queria vingança e para isso usou, assim como seu pai, inocentes. No final, ele conseguiu o que queria ao matar seu genitor.
O destaque do episódio foi a JJ, que deu apoio à família do militar morto. A maternidade fez a personagem evoluir. Ela tem outra visão do mundo, sua prioridade agora é o filho, e essa perspectiva de mãe ajuda em seu trabalho.
5×16 – Mosley Lane
Eu estava com grande expectativa para este episódio por ter sido dirigido por Matthew Gray Gubler. Para mim, ele fez um ótimo trabalho. Ótima trama, ótimas interpretações e fotografia perfeita. Adorei como a casa dos criminosos foi retratada, as vestimentas antigas e o carro funerário bem cuidado. São pequenos detalhes que contam muito para a execução do episódio.
Mosley Lane mostra o desespero de pais que tiveram seus filhos seqüestrados. Já vi muitos pais e mães falando que o sofrimento maior no desaparecimento é não saber como a pessoa está. Não há corpo para ser velado, não há explicação e o sentimento de culpa destrói relacionamentos e vidas.
Quando Aimee, uma menina de oito anos, desaparece em um parque de diversões a equipe do BAU é chamada para fazer o perfil do seqüestrador. JJ e Prentiss ficaram na sede do FBI e lá recebem uma mãe que teve o filho seqüestrado oito anos antes. Em todo novo seqüestro na cidade, Sarah procura JJ com esperanças de achar o filho Charlie. Nessa busca ela perdeu o marido e a filha, que seguiram com suas vidas. Mas foi sua insistência em todos esses anos que fez JJ e Prentiss acreditarem que o seqüestro de Aimee pode ter relação com o sumiço de seu filho, já que nos dois casos as mães foram distraídas por alguém que procurava uma criança perdida.
A equipe define que não se trata apenas de um criminoso, mas três: um que distrai a mãe, um que pega a criança e o terceiro que dirige o carro. A busca começa por famílias que tiveram problemas e receberam a visita de assistentes sociais. Prentiss e Morgan identificam o criminoso, mas a mulher consegue fugir com as crianças para eliminar as provas. Garcia descobre que eles possuem um crematório. Charlie, que sempre foi submisso por medo, reage e mata a “mãe” seqüestradora, enquanto o “pai” se enforca no banheiro da casa.
Esse episódio não falou do criminoso, mas sim das mães que nunca desistem de encontrar seus filhos. Se não fosse a insistência de Sarah, as crianças não seriam encontradas. O episódio termina com os reencontros (Sarah e o ex-marido, Charlie e os pais, as meninas com seus respectivos pais) e com o agradecimento de Sarah ao grupo.
Destaque para a escalação do elenco: Ann Cusack como Sarah e Brooke Smith como a sofrida mãe de Aimee. Foi bom ver a atriz conhecida como durona em Crossing Jordan e Grey’s Anatomy mostrando uma faceta mais sensível.
Criminal Minds – 5×14 – Parasite
10/02/2010 por Neide Campos
Categoria: Comentários de episódios, Criminal Minds
Parasite falou de temas bem comuns na nossa própria sociedade: aparência, conquista, autoconfiança. A aparência é essencial para se chegar a algum lugar. O ato de conquistar é primordial em alguns aspectos da vida, sejam eles pessoais ou profissionais, e a confiança que algumas pessoas passam é admirável.
Um homem ou uma mulher de ótima aparência, charme e que confia no seu taco é um atrativo para qualquer mortal que não tenha esses predicados.
O unsub da semana tinha tudo isso e conquistou o coração e o dinheiro de dezenas de mulheres. O tema pode parecer batido e depois do Maníaco do Parque em nosso país, talvez pensemos se isso ainda acontece. Será que meia dúzia de elogios podem conquistar a confiança de uma mulher? Ou o lucro fácil pode fazer com que homens vividos entreguem seus dinheiros tão rapidamente para vigaristas? A resposta é sim. Os jornais sempre apresentam histórias de mulheres que se deixaram levar por Don Juans tupiniquins ou empresários que depositaram dinheiro para garantirem negócios que nunca existiram.
Bill, Will ou Hunter ainda estão por aí e lucrando. O personagem já foi abordado em muitas séries, sendo, creio eu, o mais famoso atualmente Sawyer de Lost, porém, em Criminal Minds, além de vigarista ele também era psicopata e ao perder o controle de seus “negócios” mata suas vítimas.
As vítimas foram aumentando conforme ele não conseguia manter todos os seus pseudônimos em ordem, além de mulher e filho. O desfecho foi definido pelo criminoso que, ao não se entregar, foi morto pelo investigador de crimes de colarinho branco que levou o caso ao BAU.
Parasite teve participações especiais de Annabeth Gish (The X-Files, Brotherhood) como a esposa do criminoso, David Eigenberg (Sex and the City) como o investigador e Victor Webster (Melrose Place e Charmed) como o unsub.
Criminal Minds – 5×13 – Risky Business
31/01/2010 por Neide Campos
Categoria: Comentários de episódios, Criminal Minds
Falar em suicídio ainda é tabu. Os meios de comunicação, normalmente, não divulgam. As pessoas quando comentam, o fazem quase sussurrando e os envolvidos preferem nem lembrar. Quando várias pessoas da mesma comunidade tiram a própria vida em um curto período de tempo, provavelmente, há um agente em comum. No Japão, todos os anos a depressão leva milhares de jovens a cometerem suicídio. Tirar a própria vida, pra mim, tem dois lados. A coragem de tomar remédios, enrolar uma corda no pescoço, pegar uma arma e dar o tiro fatal. Em contrapartida, há a incrível covardia de desistir da vida.
Risky Business falou da dor da JJ ao perder a irmã desta maneira tão cruel para os familiares. Quando alguém tira a própria vida, na maioria dos casos, os que ficam não tem a quem culpar além de um pouco a si mesmo. O pensamento de que poderia ter feito algo e de que poderia ter aproveitado mais os momentos ao lado daquela pessoa querida podem destruir os que não morreram. Quem tira a própria vida tira um pouco também a vida de quem ficou.
Esse episódio começou com quatro casos semelhantes de suicídio na mesma cidade. Como esse é um tema que JJ conhece bem, ela identifica que a ajuda da BAU seria necessária. Nesta viagem, Penelope acompanha o time. Depois de analisar o computador de uma das vítimas, ela descobre que a garota participava de uma competição online onde adolescentes se asfixiam para obterem os mesmos efeitos de drogas químicas. Claramente, as vítimas não decidiram se matar e a equipe precisa encontrar o responsável pelo site.
A cada sexta-feira mais mortes aconteciam. Depois de identificarem um suspeito em uma das escolas locais, a equipe coloca Penelope para conversar com o adolescente. Hotchner percebe que a única que criaria um link com o menino era ela, pois ambos sabem muito de informática, além de terem perdido um genitor.
Em minutos, Penelope consegue a empatia do menino, mas a conversa é interrompida pelo pai do garoto que o leva embora. A equipe então estuda a morte da mãe do suspeito e percebe que o criminoso é, na verdade, o pai do menino, que sofre da síndrome de Munchausen – doença psiquiátrica em que o paciente, de forma compulsiva e contínua, causa, provoca ou simula sintomas de doenças. Após a morte da esposa, o criminoso além de usar o filho, conseguiu atrair vários adolescentes para que fossem suas vítimas e depois fossem resgatadas por ele.
Ao perceberem que para o menino a única maneira de parar o ciclo de mortes é tirar a própria vida, os agentes correm contra o tempo para salvá-lo. A equipe encontra o criminoso no cemitério onde a mulher está enterrada tentando mais uma vez enforcar o filho. O criminoso é preso e o menino, pelo menos fisicamente, salvo.
Spin-off – O ator Forest Whitaker, que recebeu o Oscar pelo filme O último rei da Escócia, está em negociações para ser o chefe na série derivada. Whitaker deve ser Cooper, um analista misterioso que ficou afastado do trabalho por alguns anos. Como nas franquias de CSI e NCIS, a série derivada deve ter seus personagens apresentados em um episódio regular de Criminal Minds.
Criminal Minds – 5×12 – The uncanny valley
17/01/2010 por Neide Campos
Categoria: Comentários de episódios, Criminal Minds
A cada dia vemos o que o ser humano é capaz de fazer. Seja em um roubo que não deu certo quando a vítima se assustou ou reagiu, seja em um ataque terrorista, em uma briga de gangues rivais ou quando alguém, acima de qualquer suspeita, violenta mulheres e crianças.
Esse episódio mostrou a mente doente de uma assassina que tentava recriar suas bonecas, mas também mostrou que esses crimes estavam relacionados a outros, mais profundos e hediondos.
O episódio lembrou, logo em seu início, que Reid sente falta de Gideon. Isso é relevante porque Gideon foi, e acredito que ainda seja, extremamente importante no desenvolvimento do gênio Dr. Reid. E claro que pra quem é fã do Gideon é sempre bom ver que ele não foi esquecido na série.
A analogia entre o xadrez e a vida real foi perfeita. Assim como no xadrez, todos os trabalhos da BAU terminam praticamente da mesma forma. O criminoso é preso, mas antes ele fez, pelo menos, uma vítima. Ao entenderem o perfil do criminoso e tira-lo de circulação, eles podem proteger outras pessoas, mas não podem evitar o primeiro crime. E foi isso que Reid entendeu. Entendeu que Gideon estava cansado de fazer de tudo para prender o criminoso sem poder fazer nada para salvar todas as vítimas. Cada um reage ao trabalho de uma maneira. Gideon resolveu sair e Reid resolveu trabalhar mais arduamente.
O caso da semana mostrou Samantha, uma mulher perturbada mentalmente que ao perder suas bonecas tem um surto e passa a sequestar mulheres com o intuito de transformá-las em seus brinquedos perdidos. O uso de remédios para causar paralisia física, mas não mental sempre me assusta. Ver e sentir o que está acontecendo sem poder se mexer deve ser a pior das sensações. Você quer lutar, mas seu corpo não obedece. E até boa parte do episódio eu estava convencida que aquela mulher era hedionda.
É claro que o que ela fez não é justificável, porém é mais fácil entender tudo aquilo quando Reid descobre que seu pai (interpretado pelo envelhecido Commander William T. Riker, de Star Trek), um médico que usava de técnicas de eletro choque para curar paciente, na verdade queria encobrir o fato de abusar de suas pacientes, incluindo a própria filha. Samantha sofreu três traumas. O primeiro foi a perda da mãe aos dez anos, o segundo o abuso sexual causado pelo pai e o conseqüente tratamento questionável e ineficaz, e o terceiro quando viu suas únicas amigas, as bonecas que o pai usava para atraí-la, serem passadas para outra.
Samantha foi presa e os agentes impediram que mais mulheres morressem e, felizmente, eles também impediram que dezenas de crianças fossem abusadas sexual e emocionalmente por alguém considerado para a maioria como acima de qualquer suspeita ou o único capaz de ajudar.
Criminal Minds – 5×11 – Retaliation
3/01/2010 por Neide Campos
Categoria: Comentários de episódios, Criminal Minds
Esta temporada não tem sido fácil para os agentes do BAU. Reid ficou preso no escritório e posteriormente a uma bengala, devido a um acidente sofrido pelo ator Matthew Gray Gubler. Hotcher perdeu a mulher e quase a própria vida para George The Reaper Foyet. Neste episódio, Prentiss é a vítima.
O episódio começou diferente. O unsub já havia sido identificado e estava preso. Mas é claro que não poderia ser assim, e depois de um acidente de carro, Dale Shrader, acusado de matar uma mulher e seqüestrar a própria filha, mata o policial que estava com Prentiss e foge com seu cúmplice. A equipe errou feio no perfil do criminoso ao não considerar que ele tinha um parceiro e em não definir porque ele matou a mulher, que era viciada em drogas e irmã de seu colega de cela na cadeia.
Prentiss, em choque, vai para o hospital e tem pressa em resolver o caso. Na delegacia, Rossi e Hotchner já faziam planos para a volta à Washington quando recebem a notícia do acidente de Prentiss e a fuga do criminoso. O perfil, então, precisa ser refeito. Eles não conseguem achar alguém que se encaixe no papel de cúmplice.
Na entrevista cognitiva, realizada por Morgan, Prentiss recorda que o cúmplice do fugitivo tentou salvá-la ao dizer que ela deveria pressionar a ferida para estancar o sangue. Depois de Dale matar o ladrão que o denunciou anos atrás, a equipe percebe que o parceiro dele deve ser mais uma vítima e não um cúmplice. Joey, como o criminoso o chama, é um policial que trabalha disfarçado e teve sua família seqüestrada por Dale. Joey deve retirar uma chave que está guardada junto com as evidências do caso que resultou na prisão de Dale há onze anos. Em uma ação rápida e certeira, Morgan mata Dale. Ao desvendar o assassinato da mulher viciada em drogas, a equipe encontra a esposa e os filhos do policial.
O episódio termina com Hotchner dizendo como Morgan foi um excelente líder e que ele superou todas as expectativas. Morgan retribui dizendo que Hotchner é o herói do filho Jack e que não pode deixar de pegar bandidos. Esse episódio foi focado em Emily Prentiss, mas não deixou de falar de Hotchner. O perigo que a família do policial sofreu por causa de seu trabalho, não nos deixa esquecer o desafio que Hotchner enfrentará como pai solteiro.
Criminal Minds – 5×10 – The Slave of Duty
17/12/2009 por Neide Campos
Categoria: Comentários de episódios, Criminal Minds

“O que está atrás de nós e o que está na nossa frente, são questões minúsculas se comparadas ao que está dentro de nós” – Ralph Wald Emerson
Depois de um episódio tenso como o 100, The slave of duty foi de decisões. Hotchner precisa decidir se continua na equipe ou se aposenta do BAU, e Morgan se está preparado para deixar o cargo, assim como se está pronto para continuar nele.
O caso do homem que recriava ‘uma noite mágica’ com mulheres bem sucedidas, parecidas com sua noiva, foi resolvido rapidamente. Afinal, o crime não foi o foco neste episódio. Mas me fez pensar em como todos ficamos vulneráveis quando confiamos nossos carros e casas a estranhos.
O funeral da Haley foi emocionante. Hotchner contando como conheceu a esposa foi o início do cumprimento da promessa que fez a Haley de que contaria ao filho sobre os dois e como ele nem sempre foi tão sério. Adoraria vê-lo nos ensaios da peça “Os piratas de Penzance”. Essa sequência também serviu para mostrar como a equipe é unida e como eles se preocupam uns com os outros.
Existe algo mais fofo na TV do que Jack Hotchner? O ator mirim Cade Owens vem dando um show ao lado do sempre excelente Thomas Gibson. A cena em que Hotchner ajuda o filho a se vestir para o funeral da mãe foi tocante. Espero que a irmã da Haley apareça em outros episódios. Gostei muito da atitude dela ao entender que o cunhado precisa voltar ao trabalho. E a presença da tia vai ser ótima para o Jack.
O Morgan está preparado para deixar o comando do time, mas Rossi, que parece sempre saber o que os outros estão pensando, alerta que talvez ele não tenha que deixar o comando do time e que ele deve estar preparado para isso. Mas para o meu alívio, esse não é o caso. A série perderia muito com a saída do personagem.
Depois do caso resolvido, no reencontro com Hotchner, Rossi pergunta se ele, que está no cemitério, está contando a Haley que voltaria ao trabalho. E a resposta de Hotch de que a esposa já sabia que ele voltaria, porque perseguir bandidos é quem ele é, só prova a essência da relação entre o casal. Como bem disse a irmã da Haley, eles não pararam de se amar, apenas o trabalho ficou no meio.
Prometo não demorar tanto para comentar o desta semana. Os rumores de que a série ganhará um spin-off estão mais fortes. O que vocês acham disso? Boa idéia ou melhor deixar pra lá?
Criminal Minds – 5×09 – 100
30/11/2009 por Leco
Categoria: Comentários de episódios, Criminal Minds

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1/04/2009 por Tiago
Categoria: Comentários de episódios, Criminal Minds

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Astro de “Crepúsculo” participará de Criminal Minds
2/02/2009 por Leco
Categoria: Criminal Minds, Notícias, Séries: A-G

Criminal Minds vai ganhar uma participação em Abril muito conhecida pelos fãs da série de livros “Crepúsculo” (“Twilight”). O ator Jackson Rathbone, que interpretou o vampiro Jasper Hale, irá fazer uma participação especial em um episódio da série.
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