Friday Night Lights - 3×08 - New York, New York
10/12/2008 por Leco
Categoria: Comentários de episódios, Friday Night Lights, Seções, Séries

Por Juliane do TVLicious
Mil desculpas pelo atraso!
De repente, eu começo a me arrepender de todas as vezes que xinguei séries de adolescente que se recusam a abrir mão dos seus personagens. Porque depois de Smash, Jason Street se despede e meu Deus, como é triste! Mas ele não podia ficar, certo? Não, ele não podia ficar.
Jason Street vai crescer longe de Dillon, longe dos Panthers, e como eu fico feliz em ver que o futebol (ou a falta do futebol) tomou outra posição na vida dele e em nenhum momento nós fomos levados a pensar que ele será menos feliz por isso.Talvez ele não tenha um vida perfeita, mas acho que não existe dúvida de que ele ama o filho e a namorada e agora tudo parece conspirar a favor. Mais que todo mundo na série, Street precisava que alguma coisa conspirasse a favor.
E tem também Taylor Kitsch; se você comparar o Tim Riggins do primeiro ano com o Tim Riggins desse último episódio, são praticamente dois atores diferentes. Tudo bem que Tim Riggins largar os treinos para ir para Nova York não faz sentido nenhum, mas você esquece de detalhes assim quando Tim Riggins pára um estranho na rua em Nova York para perguntar onde ele comprou o terno. É hilário demais.
Mas ver Jason Street ir embora de um jeito digno parte meu coração ainda mais por me lembrar que, se os deuses da TV permitirem mais uma temporada de Friday Night Lights, o próximo a ir será Tim Riggins.
Essa foi a parte boa do episódio. Agora vamos à parte ruim: Tyra. Não entendo o que eles fizeram com a Tyra. Tanto tempo foi perdido tentando trazer a menina descabeçada do começo da série até essa menina que estava prestes a ir para faculdade e quebrar a maldição que assola todas as mulheres da família e tudo degringola sem mais nem menos? Nunca imaginei que a mensagem da série fosse algo como “Não importa o que você faça, você nunca vai mudar.” Toda essa história do Cash, o Cowboy Perfeito foi inútil. E eu to escrevendo isso depois de já ter visto o próximo episódio, portanto eu digo: BEM FEITO, TYRA! Nunca desrespeite Tami Taylor, você já deveria saber!
Teve Matt e Julie e mais detalhes do casamento perfeito dos Taylor (é sério, é perfeito, eu quero um igual!), mas esse será sempre o episódio no qual Jason Street se despede. E Tim Riggins (quase) chora. E quem se importa com o resto?
Atriz de Friday Night Lights fará participação em 90210

90210 acaba de ganhar uma excelente participação nesta sua primeira temporada. De acordo com o TV Guide, Aimee Teegarden está escalada para um episódio do drama adolescente.
Teegarden é mais conhecida como Julie Taylor, a linda e rebelde filha do Técnico Taylor do também adolescente Friday Night Lights. A atriz interpretará Rhonda, uma estudante da West Beverly High que acaba entrando no caminho de Ethan Ward.
A produção dos 13 episódios encomendados para a terceira temporada de Friday Night Lights já foi finalizada, portanto isso não é sinal da saída da atriz da série.
Friday Night Lights - 3×07 - Keeping Up Appearances
19/11/2008 por Leco
Categoria: Comentários de episódios, Friday Night Lights, Seções, Séries

Por Juliane do TVLicious
Vamos logo começar o texto dizendo que sim, eu chorei, ok? Chorei no instante que o vídeo dos melhores momentos de Tim Riggins começou a passar até o fim da cena entre Lyla e Jason.
Já fiz minha confissão, me sinto mais leve, vamos passar para o resto do episódio!
Mais um episódio cortesia de “Sr. McCoy, o Pai Mais Estranho Que a Cidade Já Viu (E Buddy Garrity Mora Lá!)”. Eu tenho a impressão que ele não hesitaria em descer a mão no menino se achasse que isso faria o moleque jogar conforme o que ele pensa ser o melhor. Talvez eu esteja exagerando e eu não sei se a série iria tão longe (mas considere que nós já tivemos um assassinato por lá, então nada é impossível!). Quando J.D. obviamente não estava funcionando, eu pensei que o Técnico colocaria Matt em campo e foi muito estranho quando isso não aconteceu, como se o Matt não existisse. Eles não podem simplesmente ignorar a opção mais lógica nesses casos para beneficiar a estória de um único personagem. Você sabe, e eu sei, e eles deveriam saber que a reação natural seria colocar Matt Saracen para jogar.
Claro que no momento que o Coach Taylor olha para J.D. McCoy e diz “Eu tenho toda a confiança do mundo em você!”, eu já me esqueci do Matt, estou torcendo pelo J.D e me apaixono pelo Kyle Chandler só mais um pouquinho. Porque se o Técnico confia no menino, eu também confio. Fiquei feliz em ver o Matt ignorado? Não, mas eu sou obviamente muito fácil de agradar e as mentes malignas do seriado já sabem disso. Eu estou convencida de que eles colocam todas as palavras na boca do Técnico com o único objetivo de me deixar cega para todo o resto do episódio. Está claro que funciona, né?
Outro que tem pra sempre um pedaço do meu coração é o pobre Landry. Depois da Tyra, ele foi se encantar com uma menina sem a menor habilidade para dar notícias desagradáveis. “Você me beijou e eu tive certeza que eu sou gay” deve ser uma das piores coisas que alguém pode ouvir. Só perde para: “Nós somos irmãos e não sabíamos” e “Eu sou um alien e nosso amor é proibido”. Sério. Quanto ao conselho que Tami dá a ele, eu sei que parece clichê, e nem sempre funciona desse jeito – o nerd nem sempre se dá super bem na vida- mas o que mais ela poderia falar? É o que eu falo pra mim mesma desde sempre, portanto eu tenho que ter alguma esperança de que seja verdade.
Se os nerds nem sempre se dão bem, é justo pensar que estrelas do futebol do colégio também podem quebrar o clichê, que diz que pessoas populares no colégio acabam com uma vida adulta medíocre, e é isso que a família e os amigos de Tim Riggins esperam que ele faça. Eu não sinto a menor empolgação de Riggins quanto à faculdade, mas ele se esforça pela Lyla e pelo irmão e depois de ver o depoimento do Técnico, eu penso que ele vai se esforçar pelo Técnico também. Não sei se consigo enxergar Tim como um aluno de faculdade, mas se alguém tiver a paciência de dizer ao menino que ele tem a capacidade pra conseguir muito mais do que o status de “astro de futebol do colégio”, pode ter um efeito imenso. Por “alguém”, eu quero dizer o Técnico, tá? Numa cena com uma trilha sonora maravilhosa. De preferência, na chuva. Please!
Nesse episódio, a série começou a preparar o terreno para a saída de Jason Street, o que vai estraçalhar meu pobre coração, mas me deixa ansiosa porque o episódio em que Smash se despediu foi um dos melhores de FNL até agora, então boas coisas nos aguardam, eu tenho certeza! Se a cena em que Jason e Lyla conversam foi uma indicação, preparem os lencinhos! Independente de tudo o que aconteceu entre eles, nós conseguimos ver que eles ainda são duas pessoas que se conhecem e se gostam daquele jeito especial só reservado para quem realmente fez diferença na sua vida. Eles cresceram tanto desde a primeira temporada, chega a ser assustador! E a Lyla! Eu nunca gostei da Lyla, mas perto dos irmãos insuportáveis dela, ela é o máximo; sem mencionar a maneira como ela apóia o pai que, pro bem ou pro mal, ainda é o pai dela, e os irmãos menores ainda têm sérios problemas em entender isso.
Antes de terminar, só quero deixar registrado que quando eu crescer, eu quero ter um casamento como o dos Taylor. E também quero o cabelo da Tami, se for possível!
Friday Night Lights - 3×06 - It Ain’t Easy Being J.D. McCoy
12/11/2008 por Leco
Categoria: Comentários de episódios, Friday Night Lights, Seções, Séries

Por Juliane do TVLicious
J.D McCoy entrou na série para ser o pivete que rouba o lugar de Matt Saracen. Uma máquina de jogar futebol, treinado pra isso desde praticamente a concepção, com um pai maníaco por fazer do filho uma estrela.
Ele é o exemplo do pobre menino rico, que tem tudo, mas no fundo não tem nada, vivendo numa bolha protegido de tudo e de todos que não sejam diretamente relacionados com sua carreira; mas como todos os outros clichês que Friday Night Lights sempre assumiu com muita dignidade, você acaba enxergando mais.
Você enxerga que o garoto é mais próximo da mãe, que parece tentar inserir algum tipo de normalidade na vida do filho; enxerga que ele quer fazer realmente parte do time, não só em campo, mas do time que se forma fora dele também, como quando ele pergunta se a atenção súbita de Tim Riggins era fruto de um pedido do técnico; e você também consegue ver que a atitude doentia do pai afeta não só o garoto como todo mundo em volta dele, time de futebol aí incluído. A expressão do Técnico durante o “pedido de desculpa” de J.D. por ter ficado bêbado é a razão 2.370 pela qual Kyle Chandler merece uma indicação urgente a ALGUM prêmio ou uma veia da minha cabeça vai estourar!
E claro, depois do episódio passado, eu finalmente consegui meu discurso encorajador do Técnico, dessa vez direcionado a Jason Street. Ele obviamente tomou a decisão errada (evidenciada pela clássica pergunta de Billy Riggins “Por que nós temos que fazer todo o trabalho no andar de cima?” Heh!) Eu ainda não sei o que eles pretendem com Jason Street, mas ele cantando para o filhinho pelo telefone foi a coisa mais linda dos últimos episódios.
E, claro, chegamos a Matt e Julie. Eles são exatamente como um casal de adolescentes deve ser: estranhos, desconfortáveis, inseguros. Me parece óbvio que eles dormiram juntos e eu espero que dessa vez dê tudo certo pra eles. Porque eles são fofos demais e eu sou super a favor da fofura na TV! De repente, é como se a Julie Campeã da Chatice da temporada passada nunca tivesse existido!
Já não posso dizer o mesmo da Tyra e seu Cowboy. Essa parte do episódio foi tão chata que não merece mais de duas linhas.
Chegamos à metade da temporada de 13 episódios (injustiça!) e o saldo é mais do que bom. Eu sinto falta das cenas de jogos, mas não se pode cobrar muito futebol quando a temporada é cortada pela metade (injustiça!). Na verdade, falta também mais Riggins,mais Buddy Garrity, mais conversas da avó do Matt com o Técnico, mais tudo! Que os deuses da TV permitam que a série volte para mais um temporada (justa).
Friday Night Lights - 3×05 - Every Rose Has Its Thorn
2/11/2008 por Leco
Categoria: Comentários de episódios, Friday Night Lights, Seções, Séries
Depois de um episódio perfeito na semana passada, vou confessar que fiquei um pouco decepcionada com Friday Night Lights essa semana. Em uma série com tantos personagens, é de se esperar que a atenção seja dividida entre todos eles, mas eles costumam ser melhores nisso.
“Every Rose Has Its Thorn”, quinto episódio da temporada, foi extremamente confuso. Seria um episódio sobre a tatuagem de Julie? Um episódio sobre como Tim Riggins é hilário? Um episódio sobre Matt Saracen sendo excluído do time? Um episódio sobre como mostrar animais recém-nascidos a uma garota pode convencê-la de que você é um bom partido?
Não sei. Eles atiraram para todos os lados e não acertaram nenhum alvo. Se Eric Taylor toma a decisão de deixar Matt Saracen no banco, eu esperava que ele o fizesse da maneira que Friday Night Lights sabe fazer: com lágrimas, muitas lágrimas. Afinal de contas, esse é nosso herói desde o primeiro episódio da série, e se você vai destroná-lo, por favor, eu preciso de discursos revigorantes do Coach Taylor encorajando Matt a continuar a dar o seu melhor. Vai dizer que você também não estava esperando algo do tipo? Eu me senti roubada do meu direito sagrado de ouvir o técnico transformando moleques em homens! Quase começo um petição online exigindo meu discurso emocionado by Eric Taylor!
E o que foi essa história da Julie? Nunca em toda minha vida eu achei que uma tatuagem fosse causar tanto alvoroço! Tudo bem que eu nunca fiz uma tatuagem porque meus pais reagiriam exatamente desse jeito – quando a Tami começa a fazer a associação da tatuagem com meninos e drogas e o destino trágico da pobre Julie, eu pensei que estava ouvindo minha mãe! E me explica o propósito de tudo isso? Temporada passada faria sentido se eles dessem uma tatuagem para Julie como um símbolo da fase revoltada insuportável em que a menina se encontrava, mas me explica o que isso acrescenta nesse momento? Espero que essa tatuagem nunca mais seja mencionada!
Do lado da Tyra, eu também fiquei perdida. Eu achei que a menina estava caminhando bem na direção da faculdade. De uma hora pra outra, tudo começa a desandar como exatamente? Não entendi a bronca que ela levou da Sra. Taylor e muito menos entendi porque ela ficou tão impressionada com o Cowboy que a levou pra ver o cavalinho recém-nascido. É fofo, eu sei, mas COMO isso mostra pra ela que ele é um cara legal? Ele pode adorar cavalos e odiar pessoas. Adora cavalos e comer criancinhas. Adorar cavalos e ser um viciado em drogas louco psicopata. Eu sei que a série é toda sobre analogias, mas sério, o cavalo não me convenceu.
Claro que uma coisa boa surgiu desse episódio: Jason Street. Trazido de volta das cinzas, com seu filho fofíssimo, Jason Street continua ganhando a vida vendendo carros e apesar de ter reaparecido só pra perder a namorada e dar motivo para Tim Riggins repetir o discurso de Buddy Garrity de um jeito hilário ao longo do episódio, eu fiquei feliz em revê-lo. Não preciso nem avisar que essa estória de empréstimo no banco, compra de casa, reforma e etc não vai dar certo, né? Não, eu não leio spoilers, mas não precisa ser um gênio pra adivinhar.
Em resumo, um episódio bem mediano, que não chegou a ser ruim (porque nós ainda temos a avó do Matt, YAY!), mas eu espero muito, muito mais da série!
Nota do Leco: É um prazer ter a Juliane aqui comentando Friday Night Lights. Eu adoro lê-la em seu site, recomendo a todos a fazerem o mesmo!
Sony apronta de novo: Reprise de Friday Night Lights com legenda em espanhol
5/10/2008 por Leco
Categoria: Friday Night Lights, Notícias, Séries
Pode parecer implicância minha, mas não é! Eis que hoje, dia 05 de outubro, dia de eleição, acordo e deito no sofá para ver um seriado para animar o dia e fico feliz que é 30 Rock, depois embalo numa reprise da segunda temporada de Friday Night Lights. Mas nem tudo era rosas. Quando comecei a ver FNL tive uma desagradável surpresa: legendas em espanhol.


